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DESVIO PADRÃO

> Em: quinta-feira, 2 de junho de 2011
DESVIO PADRÃO

A Desvio Padrão não se resume ao famoso “grupo de amigos que tinham afinidades musicais e resolveram montar uma banda”. Mesmo que isso seja verdade, eles vão além: são amigos que discutem sobre influências e novas maneiras de colocar suas ideias em algo tão simples e tocante como uma canção favorita.

E de melodias favoritas de muita gente eles estão cheios. Desde o primeiro sucesso, “Ponta cabeça”, passando pela linda “Ouvi dizer” e “A noite ouviu”, aquela que tantos cantam juntos, “Agora é tarde”, a banda chega a “O almoço dos remadores”, que sugere novos horizontes artísticos. Ricardo, Marat, Fábio, Guilherme e Flávio mostram sua energia em “Novas guerras, velhas invenções”, “O mundo nunca foi o meu lugar” e a nova “Os andarilhos”.

Todas envoltas em uma aura de austeridade, ilusão, nostalgia e ironia que só a Desvio Padrão ainda tem coragem de fazer e traduzir em música. Letras e linhas melódicas acessíveis para quem quer informação musical... mas também a quem apenas quer ir para outro mundo.
fique por dentro das redes da banda : 
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KHALIL-NOTURNO

> Em: domingo, 6 de março de 2011
  • Biografia

    No show NOTURNO, Khalil Gibran mostra o talento da nova gera o de compositores do Rock Popular Brasileiro. Desvendando um universo lírico e desiludido, com letras e arranjos que nascem sob o signo do novo, suas canes trazem originalidade e qualidade estica. Acompanhado de sua banda, o artista apresenta um show autoral, que conta ainda com releituras de outros compositores, levando o publico ao universo das noites urbanas. EM ESTUDIO! EM BREVE O DISCO "NOTURNO". bjs a todos!




  • Membros

    |Chico - Bateria | Jotap� - Baixo | Erlon Robson - Teclados Mimi Rocha - Guitarra | Khalil - Voz/Violão/Guitarra| 
    veja  o clipe da musica quando Sophia chega!!!

    Influências




  • Frejah, Nando Reis, Lobão, Cassia Eller, Black Sabbath, Arnaldo Antunes e Mutantes, pra citar alguns.
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    Lançamento

    > Em: sábado, 22 de janeiro de 2011
    Editora 7 Letras e Autores convidam para o lançamento das obras poéticas:
    "Para comover Borboletas
    &
    Metal sem Húmus"


    no dia 26 de Janeiro de 2011, as Hs - 19:30 no Auditorio da Fafidam, em Limoeiro do Norte CE.

    Para Comover Borboletas

    Poemas para transfomar horizontes. Palavras que traduzem uma vontade de descobrir quando as letras têm a cor do sonho, pinturas poéticas a burilar fantasias, prococar sonhamentos, comover borboletas.

    Uma poesia que para, ás vezes, para chutar réstias de luz, que escuta os caminhos do singelo, que se tece no delicadear com as imarginações, com as águas do inverno, com os rios costurados de horizontes descalços.

    Poesia, enfim, para nos deixar (leitor e mundo), quem sabe, surrealizado de comovências.

    Autor: Kelson Oliveira



    Metal sem Húmos

    Poesia feita da "contudente humanidade das coisas breves", música de um metal candente, de um húmus que, não obstante, corrói (o que é dizer: vivifica) as engenharias de solidões dos dias do mundo em que nos coube viver.

    Poesia que pergunta pela humanidade havia ainda em nós, que "talha sem descanso" dentro das coisas milagradas pela mão humana.

    Poesia que se ergue do chão, das coisas da vida, que insiste, que persiste em perguntar: "não seria o caso de reencatar o mundo?,, de dar de sarar á espancada consciêcia do homem vivo ?

    Autor: Dércio Bráuna
    Autores dos Livros:

    "Kelson Oliveira"

    Kelson Oliveira é cearense, de Limoeiro do Norte. Nasceu e cresceu á beira do Rio jaguararibe. Historiador e antropóligo, é pesquisador de religiosidades afrobrasileiras e da obra de Manuel de Barros. è autor das obras: Quando as Letras têm acor do sonho "2007"; Os trabalhos de amor e outras mandingas, [autropologia, 2010]; Para comover Borboletas [poesia, 2011].


    "Dércio Bráuna"

    Dércio Bráuna é cearense, de Limoeiro do Norte. È bancário e historiador, com pesquisas sobre
    as tempos pós-coloniais moçambicanos, a partir da obra do
    escritor mia Coutor. É autor das obras:, O pensador do jardim dos ossos [poesis, 2005]; A selvagem lingua do caração das coisas [poesia, 2006]; metal sem Húmos [poesia, 2008]; Uma nação entre dois mundos: questões pós-coloniais moçambicanas na obra de Mia Couto [Historia, 2008]; Como um cão que sonha a noite só [contos, 2010].


    Todos vocês estão convidados para esse grande lançamento

    Apoio Cultural UniversalAnimeseSeries
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    Lançamento das Obras Poéticas

    > Em: sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
    A editora sete letras e autores realiza evento de lançamento das obras poéticas: PARA COMOVER BORBOLETAS, de Kelson Oliveira & METAL SEM HÚMUS, de Dércio Braúna. A solenidade acontecerá no auditório da FAFIDAM, 26 janeiro 2011, ás 19h30.

    PARA COMOVER BORBOLETAS: Poemas para transformar horizontes, palavras que traduzem uma vontade de descobrir quando as letras têm a cor do sonho, pinturas poéticas a burilar fantasias, provocar sonhamentos, comover borboletas. Uma poesia que para, às vezes, para chutar réstias de luz, que se tece no delicadear com as imarginações, com as águas do invento, com os rios costurados de horizontes descalços. Poesia, enfim, para nos deixar (leitor e mundo), quem sabe, surrealizado de comovências.

    Kelson Oliveira é cearense, de Limoeiro do Norte, nasceu e cresceu á beira do Rio Jaguaribe. É historiador, antropólogo e pesquisador de religiosidades afro-brasileiras da obra de Manoel de Barros. Ele é autor das obras: Quando as letras têm a cor de sonho [poesia, 2007]; Os trabalhos de amor e outras mandingas [antropologia, 2010]; Para comover borboletas [poesia, 2011].

    METAL SEM HÚMUS: poesia feita da “contundente humanidade das coisas breves”, música de um metal candente, de um húmus que, não obstante, corrói (o que é dizer: vivifica) as engenharias de solidões dos dias do mundo em que nos coube viver.

    Poesia que pergunta pela humanidade ha vida ainda em nós, que “talha sem descanso” dentro das coisas milagradas pela mão humana.

    Poesia que ergue do chão, das coisas da vida, que insiste, que persiste em perguntar: “não seria o caso de reencantar o mundo?, de dar de sarar à espancada consciência do homem vivo.

    Dercio Braúna é cearense, de Limoeiro do Norte. É bancário e historiador, com pesquisas sobre os tempos pós-coloniais moçambicanos, a partir da obra do escritor Mia Couto. É autor das obras: O pensador do jardim dos ossos [poesia, 2005]; A selvagem língua do coração das coisas [poesia, 2006];

    Metal sem húmus [poesia, 2008]; Uma nação entre dois mundos: questões pós-coloniais moçambicanas na Obra de Mia Couto [história, 2008]; Como um cão que sonha a noite só [contos 2010].

    Por Djalma Freire
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    PARA COMOVER BORBOLETAS

    > Em:
       Existem no Brasil muitos concursos literários. Há sites, inclusive, especializados em divulgá-los, como o www.concursosliterarios.com.br, www.gargantadaserpente.com ou o www.blocosonline.com.br.
         No ano passado, 2009, dei-me ao hábito participar de alguns concursos literários. Fiz minha inscrição em uns três ou quatro. Como esses concursos costumam demorar bastante para divulgar seus resultados, cheguei até a me esquecer que havia me inscrito. Minha surpresa foi quando, certo dia, já em 2010, os correios me entregam um envelope no qual tirei de dentro um certificado que me avisava ter sido eu premiado com Menção Honrosa no 3º CONCURSO NACIONAL DE POESIAS - PRÊMIO "FILOGÔNIO BARBOSA". Este concurso fora promovido pela prefeitura de Colatina, no Espírito Santo. Havia me inscrito com um único poema, dedicado ao poeta Manoel de Barros.
         Pouco tempo depois recebo outro aviso, este pelo endereço eletrônico, que me dizia ter sido eu premiado, também com menção honrosa, no 7º PRÊMIO NACIONAL DE POESIA - CIDADE IPATINGA. Todos os resultados deste concurso ainda estão, até o presente minuto, disponíveis neste site: http://www.clesi.com.br/concursos/concursos.html ou então neste: http://www.diariodoaco.com.br/noticias.aspx?cd=46070.
         Neste concurso, do qual eu também já havia me esquecido completamente, enviava-se cinco poemas. Os meus foram sob o título PARA COMOVER BORBOLETAS, e neles estava também incluso aquele dedicado ao poeta Manoel de Barros.
         Bem, o melhor veio por último. Havia me inscrito no VI Edital de Incentivo às Artes no Ceará, para publicação de livro. Deste, amigos, eu não me esqueci. E, certo dia, recebi também o aviso de que tinha sido contemplado, e agora não se tratava mais de "menção honrosa" (ainda bem!). O resultado é que ainda este ano, 2010, será publicado pela editora 7Letras] meu segundo livro de poesia, intitulado PARA COMOVER BORBOLETAS. De início, enquanto o livro ainda não saiu da editora, disponibilizo abaixo três poemas, apenas para começarmos nossas conversas...
    A editora sete letras e autores realiza evento de lançamento das obras poéticas: PARA COMOVER BORBOLETAS, de Kelson Oliveira & METAL SEM HÚMUS, de Dércio Braúna. A solenidade acontecerá no auditório da FAFIDAM, 26 janeiro 2011, ás 19h30.



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